CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Sobre a necessidade de ter a correta percepção sobre a República Popular Democrática da Coreia


Na véspera da posse do presidente do EUA, Trump, o sinal do confronto é nítida entre a China e o Estados Unidos. Ao mesmo tempo, na arena internacional, corre uma misteriosa opinião de que a China vai usar a "carta" da questão norte-coreana no confronto com o EUA.

Recentemente, o jornal estadunidense Wall Street Journal, a revista American Interest, jornal britânico Financial Times e outras publicações, repercutindo um após os outros, itens que estimam que a China irá usar a possibilidade da "carta" da questão norte-coreana para confrontar a administração Trump.

Eles qualificam através de uma informação unilateral das mídias que não está muito familiarizado com os princípios universais de soberania dos países e da República Popular Democrática da Coreia.

Demos ênfase a fabricação desse rumor como absurdo, que será usado como uma "carta" a alguém. A RPDC se exalta como um poder político-ideológico e nuclear e firmar nossa posição como um país que possui armas nucleares, não importa se alguém reconhece ou não. Eles devem ver e compreender corretamente a RPDC.

O nordeste asiático e em torno da Península coreana, é precisamente a zona mais quente onde os interesses das potências se estremecem e cria-se problemas internacionais.

Historicamente, a situação tensa e o clima de guerra na península coreana pendurou a partir dos objetos da política externa do EUA e de outras forças dominadoras, onde a nação coreana se tornou a sua maior vítima.

Se RPD da Coreia tivesse um fraco poderio estatal e não pudesse defender a soberania, a RPDC sofreria um grande desastre que iria superar as "revoluções coloridas" ou as interferências no Oriente Médio por causa dos interesses geopolíticos das potencias e o povo coreano não poderia evitar o destino de ser o escravo da versão moderna do século XXI.

Hoje em dia, devido à política de coerção e enganosa dos poderes dominadores, eles impiedosamente violam as soberanias dos países e nações em todo o mudo, Estados Unidos e seus países satélites, colocam sanções e bloqueios sem fim contra a RPDC.

Mas a RPDC se levantou como uma potência nuclear e militar no Oriente para que nenhum inimigo poderoso se atreve a atacar.

Graças ao justo remédio onipotente que é o recurso nuclear, a RPDC não é uma barganha dos poderes periféricos, mas sim uma força poderosa capaz de dirigir a situação regional neste lugar estratégico, onde os interesses vitais das grandes potências se cruzam.

A RPDC se converteu em uma potência militar do mundo e um poder nuclear do Oriente e estabeleceu a nova estrutura mecânica em que a RPDC é a variável absoluta.

Ninguém pode derrubar e nem enfraquecer jamais a posição da RPDC que entrou com dignidade na primeira linha das potências nucleares, tendo firmemente em sua mão o remédio certo e poderoso para manter a soberania e o direito à existência e desenvolvimento da nação, e preservar a paz e a estabilidade na região.

Agora quando mudou fundamentalmente a posição estratégica da RPDC, é o tempo necessário para resolver o problema da paz e da estabilidade na região do Nordeste Asiático.

No futuro e como também no passado, defenderemos sem falta com a nossa própria força a paz e a segurança do nosso Estado e contribuiremos ativamente para a preservação da paz e da estabilidade no mundo.

Da KCNA

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Deve-se julgar corretamente o inimigo jurado da nação

 
A reunificação da Coreia é a impostergável tarefa nacional e o unânime desejo dos coreanos.

Em sua mensagem de Ano Novo, o máximo Dirigente Kim Jong Un destacou que deve-se esmagar o desafio das forças anti-reunificação do interior e do exterior que se opõe a vontade da nação pela reunificação e deu ênfase na necessidade de distinguir o verdadeiro inimigo principal da nação.

A questão sobre o principal inimigo da nação torna-se a pedra de toque que divide patriotismo e vende pátrias e é a posição sobre a reunificação da pátria, ânsia de toda a nação.

Os Estados Unidos, autor da separação do território coreano, é o inimigo principal e jurado imperdoável da nação coreana.

Por culpa daquele império, a nação coreana sofre com os sofrimentos e as desgraças da divisão durante mais de 70 anos e vive inquieta todos os dias no permanente perigo de guerra.

A partir dos seus interesses agressivos, os EUA entraram na metade do século passado no Sul da Coreia sob o pretexto de “desarmar” os imperialistas japoneses separando assim a nação coreana em duas partes.

Logo após ter ocupado o solo sul-coreano, o império violou gravemente a soberania da nação coreana perpetrando ininterruptamente as intervenções e as manobras de agressão com a finalidade de realizar sua estratégia de dominar a região da Ásia e do Pacífico.

Acabou que revelada a todo o mundo a fachada criminal dos Estados Unidos, o empecilho da reunificação da Coreia.

O império, que não quer a reunificação da nação coreana, tem recorrido a artimanhas de semear o joio entre os coreanos, instigando as forças anti-reunificação do Sul da Coreia à confrontação fratricida e à guerra.

Se os EUA tivessem retirado sua mão do Sul da Coreia, a nação coreana já haveria alcançado faz muito tempo a reunificação nacional.

Hoje em dia, as relações intercoreanas se encontram na pior situação sem precedente, no qual se deve aos complots nocivos dos Estados Unidos da América.

O país norte-americano intervém constantemente nos assuntos coreanos criando os obstáculos artificiais ante a resolução do problema de reunificação da pátria.
Impedia abertamente a execução da Declaração Conjunta de 15 de junho e a Declaração de 4 de outubro, acordos comuns da nação coreana e levava intencionalmente a situação à tensão cada vez que se criava o ambiente de reconciliação entre ambas as partes coreanas.

Portanto, os EUA é o autor da divisão nacional e o verdadeiro inimigo jurado que bloqueia a reconciliação, unidade e reunificação da nação coreana.

Entretanto, as forças anti-reunificação do Sul da Coreia atuam com imprudência para buscar o meio de sua existência no extermínio de compatriotas, tomando os semelhantes consanguíneos como inimigo principal.

Em sua “carta branca de defesa nacional”, os belicistas sul-coreanos definiram os coreanos do norte como inimigos no lugar das tropas estadunidenses e adicionam o conteúdo que racionaliza a dependência de forças estrangeiras e o confronto fratricida. Falando ruidosamente do “fortalecimento de aliança” com os EUA, se prendem na campanha de complots contra os companheiros do norte em contubérnio com as forças estrangeiras e levam para outros países os assuntos internos da nação, como a questão da reunificação.

Devido a tais ações vende-pátria da camarilha de Park Geun-hye, os vínculos intercoreanos estão na pior conjuntura e se criaram obstáculos no caminho da reunificação da pátria.

Agora é o momento em que todos os coreanos devem dinamizar a luta pan-nacional para frustrar as tentativas das forças anti-reunificação, incluindo Park Geun-hye.
Necessitamos de solidariedade entre os compatriotas com uma férrea concepção, posicionamento, temperamento e audácia para resolver com as próprias forças da nação o problema da reunificação da Coreia.

Deve-se ter uma elevada vigilância às ingerências e arbitrariedades das forças estrangeiras que tendem a separar para sempre a nação coreana e dominar a Península Coreana e a região e estas não devem ser toleradas.

Todos os coreanos do Norte, do Sul da península e no exterior deverão acelerar a grande marcha pan-coreana de reunificação com suas forças unidas da nação e abrir este ano uma nova conjuntura de reunificação independente da pátria.

da KCNA

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

2016 foi um ano revolucionário de grandes mudanças na RPDC


O ano que passou foi um ano para ser registrado como letras maiúsculas em que se convocou o VII Congresso do Partido do Trabalho da Coreia e anunciou o início histórico da vigorosa marcha geral de todo o povo até a vitória final da revolução em pleno acato ao programa apresentado pelo Congresso do Partido.

Assim destacou o jornal Rodong Sinmun em um artigo publicado no dia 3. E segue:

Em 2016 se estabeleceu um novo ponto na luta para consolidar ainda mais o Partido e levar a um final feliz a causa da revolução do Juche.

Em maio do ano passado teve lugar significativa e solenemente o VII Congresso do PTC sob elevado entusiasmo revolucionário de todos seus militantes, os oficiais e soldados do Exército Popular e os habitantes de todo o país e a profunda atenção do mundo inteiro.

A Primeira Conferência dos Presidentes de Comitê de Base do Partido convocada no passado ano pela primeira vez na história do nosso Partido, foi a reunião significativa e gloriosa que abriu o caminho para fortalecer e desenvolver o PTC como o grande Partido Kimilsungista-Kimjongilista e levar a feliz término a causa socialista.

Os congressos da União da Juventude, a Federação Geral dos Sindicatos, a União de Mulheres Democráticas e a União de Trabalhadores Agrícolas convocados sucessivamente após o VII Congresso do PTC, serviram de ponto transcendental para fortalecer as organizações de massas, correias de transmissão e melhorar os papeis combativos conforme a demanda da revolução em desenvolvimento em que se impulsiona globalmente a transformação de toda a sociedade segundo o Kimilsungismo-Kimjongilismo.

Além disso, em 2016 se alcançou a mudança transcendental na intensificação da capacidade da defesa nacional da Coreia do Juche e se abriu a fase de viragem em todos os ramos da construção da potência socialista.

As impressionantes vitórias que alcançamos no ano passado em todos os domínios da revolução e construção não se devem às condições favoráveis nem são presentes fortuitos do céu.

Graças a experiente e provada direção do Máximo Dirigente Kim Jong Un, 2016 se registrou como um ano de grande mudança no desenvolvimento do Partido e a revolução e na luta e vida do povo.

A misteriosa força que operou milagre e construir todos os triunfos tem sua origem na unidade monolítica de todo o exército e povo e na grande capacidade de nos fortalecer com nossos próprios recursos.

Da KCNA

sábado, 17 de dezembro de 2016

Uma vida para o povo


Transcorreram-se cinco anos desde o falecimento do grande companheiro Kim Jong Il. Mas, seus eternos méritos realizados para o bem do povo, os guardam também hoje os coreanos em sua memória.

Kim Jong Il tomou como seu ponto de partida de todos os seus pensamentos e atividades a felicidade do povo.

Tinha Iminwichon (considerar o povo como o céu) como sua máxima de vida e dedicar tudo o que tinha para a felicidade das massas populares como sua meta de existência, como a sua dignidade. Propôs algo e o executou colocando em seu centro os interesses da população. Tanto na viagem de trabalho como durante a visita a outros países não se esqueceu em nenhum momento desta.

Definiu melhorar sem cessar a vida dos habitantes como o princípio fundamental das atividades do Partido do Trabalho da Coreia e apresentou as linhas e as políticas refletindo-as em suas concisas opiniões. A linha da construção econômica da era do Songun (prioridade dos assuntos militares) que consistia em fomentar primeiro a indústria de defesa nacional e de modo simultâneo levar a cabo o desenvolvimento da indústria leve e da agricultura, e dar importância às ciências e a tecnologia, a orientação referente à revolução agrícola e demais linhas e políticas levantadas pelo Dirigente Kim Jong Il são inimagináveis a margem de sua abnegação e esforços incansáveis em benefício do povo.

Também o fato de que a ideia de dar prioridade às massas populares está cabalmente inserida em todas as esferas da vida social é resultado de seu sublime conceito sobre estas.

O Dirigente considerou que o povo significa toda a sua vida e é algo valioso, que não pode ser negociado por nada, e que a alegria e a felicidade deste são as suas. Com o propósito de baixar as estrelas do céu e cultivar flores sobre uma rocha se era isso que desejava o povo, tomou uma medida de servir o trem e o ônibus para os estudantes das aldeias de regiões montanhosas, e em sua visita ao Complexo Siderúrgico Hwanghae propôs construir um hospital de modernos equipamentos médicos, preocupando-se pela saúde dos operários.

Dizendo que quanto mais arduamente ele trabalhava, mais tranquila vida levariam os habitantes, sempre esteve em viagem de trabalho com a inalterável vontade de empenhar-se com total entrega para proporcionar um bem-estar para o povo.

Enquanto via uma criação ou um produto, primeiro perguntava para as pessoas se elas gostavam e alegravam-nas, Kim Jong Il considerou a demanda, o gosto, a comodidade e o interesse de seus consumidores e também tomou medidas para fomentar o bem-estar do povo.

Em dezembro de 2011, nos últimos dias de sua vida, Kim Jong Il visitou a área de lazer do Parque Juventude de Kaeson, e apesar da forte ventania que soprava, sugeriu a necessidade de prestar atenção a sua manutenção e funcionamento para que os habitantes que utilizavam-no não tivessem nenhum inconveniente.

Ele deixou suas pegadas em distintos lugares do país como nas fábricas, cooperativas e aldeias de pescadores, propiciando auges produtivos e abrindo uma esplêndida perspectiva para a melhora da vida populacional.

Kim Jong Il, que havia se dedicado fervorosamente ao povo, esteve de viagem de trabalho até morrer num trem em que corria. Durante toda a sua vida ele percorreu uma trajetória equivalente a 17 voltas na Terra.

Hoje, o povo coreano também recorda com grande emoção das façanhas imortais do Dirigente Kim Jong Il e para tornar real seu anseio, as massas impulsionam a construção de uma potência socialista seguindo a direção do estimado camarada Kim Jong Un.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

RPDC lutará para construir um mundo pacífico


Em seu informe sobre os trabalhos do Comitê Central apresentado no VII Congresso do Partido do Trabalho da Coreia, o Marechal Kim Jong Un esclareceu que a construção de um mundo pacífico é o objetivo da luta da Coreia do Songun.

Esta instrução demonstra a vontade invariável do PTC e do governo da República Popular Democrática da Coreia para preservar a paz na Península Coreana e contribuir para a paz mundial com o poderoso dissuasivo de caráter auto defensivo.

Assim destaca o jornal Rodong Sinmun em um artigo publicado. E segue:

Levar uma vida mais civilizada no ambiente pacífico e livre de guerra é a unanime aspiração do povo coreano.

Porém, este desejo não se realiza espontaneamente, mas com poderosas forças físicas para dissuadir a guerra.

O imperialismo ianque é o perturbador da paz e da segurança do mundo e o centro do ataque principal da causa da independência do mundo.

Enquanto exista o imperialismo na Terra, é inevitável o enfrentamento. Portanto, consolidar ainda mais o dissuasivo nuclear é a melhor opção para defender a paz.

Prevenir a guerra e defender a paz na Península Coreana, região mais candente do mundo, se apresenta como problema fundamental para assegurar a paz e a segurança de todo o mundo.

A RPDC não é o único alvo dos EUA. Este país quer subjugar os países periféricos tomando como trampolim toda a Península Coreana e realizar a ambição de dominar a região da Ásia-Pacífico e o resto do mundo.

Posto que na Península Coreana existe permanentemente o perigo da guerra nuclear contra a RPDC, o PTC e o governo da Coreia Popular tem a firme vontade de construir um mundo pacífico defendendo a soberania e paz do país com poderosas forças auto defensivas.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Representante coreano envia carta ao Secretariado Geral da ONU


O representante permanente da República Popular Democrática da Coreia nas Nações Unidas enviou no dia 5 ao Secretariado Geral da ONU uma carta exigindo esclarecimento do fundamento jurídico da “resolução de sanção”, fabricada há pouco pelo Conselho de Segurança da ONU questionando o teste de explosão da ogiva nuclear da RPDC.

A “resolução de sanção” é um ato de abuso de autoridade e uma flagrante violação da soberania que nega totalmente o exercício do direito de autodefesa, o legítimo e justo da RPDC, assim condenou a carta e prossegue:

Como já declaramos, o teste de explosão de ogiva nuclear, efetuada em setembro passado pela RPDC, é uma contramedida real para fazer frente à ameaça nuclear dos EUA e outras forças hostis e uma mostra da vontade intransigente do exército e do povo coreanos dispostos a contra-atacar aos inimigos se estes se atreverem a atacar a RPDC.

O Conselho de Segurança não tem nenhum direito de questionar a prova nuclear e o lançamento de foguete balístico da RPDC diante da ameaça nuclear e sanção dos EUA. Nem na Carta da ONU, nem nos códigos internacionais se estabelece que o teste nuclear e o lançamento de foguete balístico constituem uma ameaça à paz e segurança internacionais.

Entretanto, o Conselho de Segurança definiu o teste nuclear e o lançamento de foguete balístico da PRDC como “ameaça à paz e a segurança internacionais”, rendido ante o despotismo, arbitrariedades e insistência absurda dos EUA.

Ao não atender dissimuladamente a exigência do artigo 39 do capítulo VII da Carta da ONU de que antes de tomar a medida de sanção, se decida a “existência ou não da ameaça à paz e segurança internacionais”, o Conselho de Segurança cometeu um ato de dupla moral faltando com a imparcialidade, princípio vital de uma organização internacional.

Se o teste nuclear e o lançamento de foguete realizados pela RPDC foram uma “ameaça à paz e segurança internacionais”, porque não a são as mesmas coisas realizadas em milhares de ocasiões pelos Estados Unidos e outras potências nucleares?

Em minha carta de 23 de maio de 2016, solicitei a explicação transparente sobre a grave e inevitável contradição jurídica que há na “resolução de sanção” anti-RPDC do Conselho de Segurança da ONU.

Ainda que tenha passado um semestre desde então, o Secretariado da ONU não deu nenhuma resposta, fato que demonstra que a “resolução de sanção” anticoreana não passa de um documento ilegal, inventado pela manipulação dos EUA conforme seus interesses.

Exigimos reiteradamente ao Secretariado da ONU dar uma resposta responsável, imparcial e aceitável para a comunidade internacional sobre o problema colocado pela RPDC, de acordo com a missão principal da ONU de garantir a paz e segurança internacionais.

Da KCNA